01/04/2017

“VOU PEDIR PARA QUE SEJAM ACRESCENTADAS MAIS 200 VAGAS NO CONCURSO DA PM”, DIZ NELTER



FONTE:AGORA RN

Deputado se comprometeu em viabilizar audiência entre o governador Robinson Faria (PSD) e os prefeitos integrantes da AMSO para discutirem ações de segurança

Preocupado com a segurança pública na região Seridó, o deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) participou de audiência, na condição de principal articulador, nesta sexta-feira (31), na sede da Associação dos Municípios do Seridó Oriental (AMSO), em Currais Novos, que discutiu a Lei de convocação dos inativos da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PM/RN) e a reestruturação da PM na região Seridó, através da implantação da Lei de Organização Básica (LOB).
Na oportunidade, Nelter se comprometeu em viabilizar audiência entre o governador Robinson Faria (PSD) e os prefeitos integrantes da AMSO para discutirem ações de segurança em seus respectivos municípios. “Encamparei a luta junto ao Governo do Estado para que sejam acrescentadas mais 200 vagas, dentre as 600 já previstas no concurso da PM, e que estas novas 200 vagas sejam direcionadas para a região Seridó”, destacou.
Segundo Queiroz, a realização desta audiência foi de suma importância, pois os investimentos que serão realizados na reestruturação da PM amenizará o cenário de insegurança em que vive a população, principalmente, os que residem nos municípios que fazem divisa com o Estado da Paraíba. “Como a segurança pública é um clamor atual da sociedade, a realização desta audiência com a presença da classe política e da sociedade seridoense foi muito importante, pois tivemos a oportunidade de discutir melhorias e investimentos para a PM no Seridó. Agradeço ao comandante geral da PM, Coronel Azevedo, e aos demais membros do comando por terem atendido ao nosso pleito”, destacou.
De acordo com a presidente da AMSO e prefeita de Equador, Noeide Sabino, o deputado Nelter Queiroz foi muito elogiado e aplaudido devido à viabilização da audiência. “Em nome de todos os prefeitos presentes, agradeço ao deputado Nelter Queiroz por ter viabilizado este momento, bem como por ter se comprometido em articular na Assembleia Legislativa a agilidade do trâmite da LOB para que o Batalhão e a nova Companhia de Currais Novos, as Companhias de Lagoa Nova e Parelhas, e os Pelotões de Polícia em Acari e Cerro Corá se tornem realidade e que venham para melhorar a segurança de nossa população”, disse.

Para o vereador currais-novense Edmilson Souza, o momento foi muito oportuno e histórico. “Devido a atual situação de insegurança vivida pela população seridoense, a realização desta audiência pública foi fundamental para mostrarmos ao comando geral da Polícia as nossas principais dificuldades e os projetos que visam a melhoria de nossa segurança. O deputado Nelter está de parabéns”, frisou.
Classe política

O encontro também contou com a presença dos prefeitos Noeide Sabino (Equador), Luciano Santos (Lagoa Nova), Odon Júnior (Currais Novos), Isaias Cabral (Acari) e Iracema Pereira (São Vicente); da vice-prefeita Nazilda Tavares (Parelhas) e do vice-prefeito Anderson Alves (Currais Novos); além de vereadores de vários municípios e da sociedade civil organizada.

SERÁ QUE A SEGURANÇA PÚBLICA DE GUAMARÉ ESTÁ EM CRISE?



Como se não bastasse o estado do RN vem sofrendo a muito tempo com o descaso na segurança pública, fatos são comprovados que a estrutura das policias de nosso estado trabalha com muita força de vontade e a prova disto está no sucateamento de viaturas, efetivo mínimo ,delegacias sem a estrutura adequada para os policiais executarem seus trabalhos e não esquecendo de mencionar o caos prisional que vem se mantendo em nosso estado.
Mas o que o município de  Guamaré tem haver com isso?
A resposta é simples!
O município de Guamaré faz parte do território do estado do RN e nos últimos dias tem se noticiado muitos fatos ocorridos na área da segurança pública e em especial a atual situação da Guarda Municipal de Guamaré que é referencia de segurança pública em todo estado.
A constituição brasileira em seu artigo 144 ressalta que  a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:
        I -  polícia federal; II -  polícia rodoviária federal; III -  polícia ferroviária federal; IV -  polícias civis;  V -  polícias militares e corpos de bombeiros militares.
No inciso § 8º Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.
É fato público que a segurança pública em nosso estado tem se esforçado muito para manter a ordem, porém em Guamaré a atuação da segurança pública vem cumprindo muito bem o seu papel através da polícia militar e da guarda municipal que se compararmos os índices de ocorrências em relação a outros municípios Guamaré é referencia em segurança pública sendo uma das cidades mais tranquilas do estado.
Mas me vem a seguinte pergunta, o que está acontecendo com a segurança pública de nosso município ?
No ano de 2013 foi aprovada e sancionada a lei municipal  Nº 615/2013 que  dispõe sobre autorização para pagamento de diárias para Segurança Públicas e dá outras providências.
Uma atitude muito louvável do prefeito Hélio no inicio de seu mandato mostrando sensibilidade e preocupação com a segurança pública no município uma vez que outras cidades não fizeram o mesmo, hoje fico me perguntando sem saber o que realmente aconteceu para  que essas mesmas  diárias operacionais fossem cortadas uma vez que o município de Guamaré mesmo sofrendo com a crise tem mantido seus serviços públicos sem contenção de gastos.
Essa semana um fato me chamou bastante atenção nas redes sociais e em alguns blogs  que foi o corte no fornecimento da alimentação por parte da prefeitura  aos policiais militares fato este abordado pelo próprio comandante do destacamento policial de Guamaré o Sub-Tenente Luiz Carlos.
Fico mais uma vez a me perguntar por que tudo isso está acontecendo uma vez que além das diárias operacionais serem cortadas agora a alimentação dos policiais ?
Sou consciente de que o TCE decidiu que as prefeituras não poderão mais custear diárias operacionais aos policiais e que o estado pode celebrar convênios com os municípios ,porém o que acho um ABSURDO é a falta de fornecimento de alimentação para estes grandes guerreiros da policia militar uma vez que mesmo com as dificuldades apresentadas sem diárias operacionais  o efetivo policial de Guamaré tem realizado um excelente trabalho, desde já parabenizo todo o efetivo policial de Guamaré e o Sub- Carlos pela dedicação e amor que tem não só pelo seu trabalho como também pelo município.
Guarda Municipal
Não poderia aqui deixar também de mencionar o efetivo da Guarda Municipal de Guamaré que também tem realizado um excelente serviço a toda população preservando e cuidando bem  do patrimônio público  realizando grande parceria auxiliando a policia militar, é lamentável que hoje a Guarda Municipal  de Guamaré não tem a devida atenção e sofre os mesmos problemas que a policia militar  sofre mas mesmo assim não foge de suas obrigações.
Diante de tudo que está acontecendo em Guamaré fica o meu apelo para que os poderes executivo e legislativo tomem providências e resolva estes problemas que estão acontecendo na segurança pública de nosso município .
Lembrando que o maior patrimônio que temos é a população que não merece sofrer com esse descaso.
SERÁ QUE A SEGURANÇA PÚBLICA DE GUAMARÉ ESTÁ EM CRISE?
Acredito que não pois falta de recursos nunca foi problema,creio que o problema está em quem está gerindo estes recursos.

15/03/2017

OS 7 PECADOS DE UM GESTOR PÚBLICO

QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE DE GUAMARÉ É "MERA COINCIDÊNCIA"
1º Pecado – O gestor público não programa as suas ações de forma planejada, mas sim as concebe no dia-a-dia, conforme a urgência de cada situação.
Qualquer ação requer planejamento, sob pena de não se alcançar a meta pretendida. No setor público isto é imprescindível, pois as demandas da sociedade em geral são maiores do que a capacidade de atendimento do estado. A Lei de Responsabilidade Fiscal trata esta questão de forma especial, obrigando o gestor público a adotar mecanismos que garantam efetivamente o exercício do planejamento. O planejamento se dá através dos instrumentos legais: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Ocorre que por si só não garantem com que a ação pública seja efetivamente realizada de forma planejada. O que ocorre no dia-a-dia de um gestor público, principalmente na esfera municipal, é que a sua ação não é balizada ou apoiada no que está contido nesses instrumentos, ou então que a sua ação somente seja iniciada após a verificação de que a mesma faça parte da sua programação contida nesses instrumentos. O gestor público normalmente vai fazendo acontecer as coisas de acordo com o que está contido na sua cabeça ou dependendo da emergência da situação, e depois a sua área técnica de contabilidade é que dêem o jeito para enquadrar essas ações nesses instrumentos, de forma tal que pareça que foi programado antecipadamente de acordo com o espírito da lei, e que não dê motivos para punição por parte dos Tribunais de Contas.
2º Pecado - O gestor público não dá importância ao orçamento público, concebendo-o como entrave burocrático à sua administração.
Nenhuma pessoa consegue planejar e/ou efetivar seus gastos sem possuir um orçamento. Assim ocorre também no setor público. A legislação exige que para cada despesa a ser realizada ela tem que estar programada no orçamento. O orçamento, todavia, não se resume apenas à disponibilidade financeira que o gestor público possui naquele exercício, mas diz respeito à sua programação de trabalho. Hoje, não é mais possível iniciar novos projetos sem que estes estejam contidos no orçamento, da mesma forma que não se pode incluí-los no orçamento sem que o gestor comprove que isto não afetará a continuidade dos que já se encontram em andamento.
Por conta disso e de outras normas legais (como os limites mínimos de despesas em diversas áreas), o gestor público cria uma verdadeira aversão pelo orçamento. O orçamento nunca é visto como um instrumento que pretende organizar e facilitar a ação do gestor, mas sempre como um entrave à sua administração. Procedimentos necessários para que se ocorra a autorização de qualquer despesa no setor público, como a verificação de disponibilidade orçamentária e financeira, são vistos como burocráticos e desnecessários. O gestor público efetiva as despesas e somente após o recebimento das notas fiscais é que a contabilidade procede o seu empenho e a conseqüente inserção da mesma no orçamento. Em vez da despesa ocorrer na seqüência empenho-liquidação-pagamento, na prática ocorre na forma inversa: pagamento-empenho, deixando de ter sentido a fase da liquidação.
3º Pecado – O gestor público não gosta de descentralizar decisões, pois entende que isto significa perda de poder.
O fundamento básico de uma administração eficiente é que esta funcione de forma integrada, compartilhando decisões entre os seus membros, dado o princípio do planejamento estratégico. Na administração pública não se trabalha sozinho, decorrendo o resultado de qualquer ação governamental da ação coletiva de um conjunto de pessoas ou, no mínimo, de uma determinada equipe de trabalho. Ocorre que as decisões não são totalmente descentralizadas em sua estrutura hierárquica, visto que para o gestor público descentralizar significa transferir o poder da decisão para outrem, ou seja, significa perda de poder político.
Como, em geral, o gestor público procura garantir a sua sobrevivência através do poder político, ocorre que, além de normalmente as decisões políticas se sobreporem sobre as decisões técnicas, em inúmeras situações acaba o gestor concentrando também as decisões técnicas, dificultando a eficácia operacional da sua própria administração.
4º Pecado – O gestor público não investe em capacitação e nem tampouco busca as melhores referências profissionais. O seu foco é político e não técnico.
Uma administração eficiente precisa contar com os melhores profissionais. Um gestor precisa e deve compor a sua equipe de trabalho com pessoas que vão lhe ajudar tecnicamente da forma melhor possível. Existe um provérbio de que um administrador inteligente é aquele que compõe a sua equipe com pessoas mais inteligentes do que ele, pois isto lhe possibilitará assimilar mais conhecimentos.
O que ocorre, na prática, é que a maioria dos gestores públicos procura formar a sua equipe de trabalho a partir de um critério político e não técnico. Em geral, os gestores procuram abrigar nos cargos existentes pessoas que fazem parte do seu grupo político, não procurando trazer para a gestão pública as melhores referências profissionais existentes no mercado. Além do mais, não procuram investir em capacitação e reciclagem profissional, pois normalmente entendem que isto se constitui em despesa (desnecessária) e não em investimento para a melhoria do atendimento do setor público. Como conseqüência, a administração pública evidencia-se ineficiente e sem compromisso com a qualidade dos serviços prestados à sociedade, e caracteriza-se como benefício à pequenos grupos e partidos políticos.
5º Pecado – O gestor público tem receio de ser transparente, pois teme ser questionado sobre as suas ações.
Com a implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal, tornou-se obrigatório o exercício da transparência das ações desenvolvidas por qualquer gestor público. A gestão fiscal – controle das receitas e despesas públicas, deve ser acompanhada pela sociedade, devendo os gestores públicos disponibilizarem as informações relativas às receitas e gastos efetuados através de publicação e divulgação, inclusive por meio eletrônico.
Em geral, as publicações dos relatórios resumidos de execução orçamentária, são feitas em uma linguagem técnica que nenhum leigo no assunto consegue entender. Na verdade, não há interesse dos gestores públicos em disponibilizar essas informações de forma desagregada e por períodos contínuos, pois isto permitirá com que os segmentos organizados da sociedade possam avaliar criticamente a sua administração. Em suma, os gestores não se esforçam para serem transparentes no trato da coisa pública, tanto nas questões orçamentárias, como em licitações.
6º Pecado – O gestor público não tem o hábito de socializar informações e de utilizá-las em sua estratégia de ação.
A informação é a base do conhecimento humano. Na gestão pública a informação é de fundamental importância para a tomada de decisões. Do ponto de vista técnico, tomar uma decisão sem que esta esteja balizada por informações acerca da situação, resultará em uma ação ineficaz. É como se fosse necessário ex-ante uma fotografia da situação, para que a partir de sua análise minuciosa sejam tomadas todas as decisões técnicas e/ou políticas.
Devido a falta de uma ação planejada, e às vezes em decorrência da deficiência técnica da equipe de trabalho, não são produzidas informações para a tomada de decisões na gestão pública. Em geral, não se produzem indicadores de avaliação e desempenho e, mesmo quando existem não são utilizados como parâmetros de condução da coisa pública. Isto dificulta o acompanhamento da gestão administrativa por parte da sociedade, pois as informações não são disponibilizadas nem tampouco socializadas para todos.
7º Pecado - O gestor público fica tentando inventar a roda, quando poderia aperfeiçoar e adequar para a sua realidade situações já existentes.
A demanda da sociedade por ações concretas do setor público em prol da melhoria da qualidade de vida exige, sobretudo, criatividade. A inovação e o aperfeiçoamento tecnológico é vital no setor privado, pois nesse setor o conhecimento e o domínio tecnológico condicionam a competição entre as empresas. No setor público, entretanto, não existe essa preocupação. Para os gestores públicos o importante é que existam condições concretas para que as ações efetivamente ocorram.
Todavia, nessa ânsia de fazer as coisas acontecerem e, principalmente, de serem inéditos em sua ação, não buscam conhecer e adequar para a sua realidade situações ou ações já implementadas em outros lugares e por outros administradores. Ou então, quando conhecem essas experiências, procuram não copiá-las ou adotá-las em sua administração, visto que isto poderia significar falta de iniciativa política. Por conta disso, ficam tentando inventar a roda, quando na maioria das vezes a roda já foi inventada.
8º Pecado – O gestor público ainda não acredita que será punido se cometer erros ou prejuízos à sociedade.
A Lei de Responsabilidade Fiscal introduziu novos conceitos na administração pública, principalmente no que diz respeito ao binômio probidade/eficiência. Em outras palavras, explicitou a necessidade de que a ação pública ocorra baseada nos princípios da moralidade, do combate à corrupção, e do alcance de resultados concretos. Para tanto, introduziu também mecanismos de punição para os maus gestores ou gestores ineficazes do ponto de vista administrativo.
Ocorre que mesmo depois da existência dessa Lei ainda predomina o sentimento da impunidade para o gestor público. Na prática, pelo simples fato de que cometer erros ou prejuízos à sociedade não leva ninguém para a cadeia, faz com que o gestor não se preocupe com a justiça, nem mesmo com os Tribunais de Contas. Além do mais, quando um político é reconduzido ao poder por meio do sufrágio universal mesmo depois de ser acusado publicamente por atos ilícitos, isto estimula e reforça o sentimento da impunidade, dificultando a existência de gestores com condução administrativa e política correta.
9º Pecado - O gestor público administra a coisa pública como se fosse uma administração doméstica e baseada em contabilidade de botequim.
A ausência de planejamento na gestão pública, assim como de decisões descentralizadas, de trabalho em equipe, e de outros procedimentos basilares de qualquer administração, faz com que o gerenciamento da coisa pública ocorra como se fosse uma administração doméstica. O gestor conduz o setor público como se estivesse gerenciando a sua própria casa, não vendo necessidade de prestar esclarecimento às outras pessoas, ou seja, à sociedade.
Por outro lado, por falta de planejamento e controle nas despesas públicas, e até mesmo por não utilização de, no mínimo, um cronograma de desembolso financeiro mensal, ocasiona com que a contabilidade seja igual a de um botequim, isto é, tudo que entra de receita sai automaticamente como despesa, incorrendo com que nos períodos em que a receita é menor surjam inúmeros problemas para a quitação de dívidas junto aos credores.
10º Pecado - O gestor público não se preocupa em ser responsável do ponto de vista legal, mas sim em ser eficiente do ponto de vista político.
A Lei de Responsabilidade Fiscal só permite que o gestor público não cumpra as determinações impostas para a contagem de prazos, os valores mínimos a serem investidos, o pagamento da dívida pública, o valor máximo permitido com a folha de pagamento de pessoal, atingir os resultados fiscais e a limitação de empenho, quando ocorrer uma calamidade pública, estado de defesa ou de sítio. Não existindo essas situações, é dever do gestor administrar a coisa púbica com probidade, seriedade, competência e eficiência.
Todavia, o gestor público não está preocupado em ser responsável sob o ponto de vista da legislação, pois dentre outros motivos isto condicionará com que ele se sinta limitado e impedido de conduzir as suas ações da forma como deseja e age. A sua intenção é ser eficiente do ponto de vista político, pois atendendo aos apelos e à demanda manifestada por seus pretensos eleitores, garante-lhe a possibilidade de recondução e sobrevivência política.
A existência desses pecados capitais não incrimina o papel desempenhado pelos gestores públicos, a sua existência é a certeza da possibilidade de que a qualquer momento alguém poderá cometer um pecado. O gestor público, de espírito tão frágil como qualquer ser humano, sempre está propenso a cometer, pelo menos, um desses pecados. Aliás, quem já não cometeu algum desses pecados? Portanto, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Um abraço!!!



Fonte: http://protti.com.br/politica/politica/os-10pecados-capitais-do-gestor-publico

12/03/2017

CRIANÇAS E ADOLESCENTES RECEBEM KITS PEDAGÓGICOS DA LBV


Ação solidária visa combate ao analfabetismo


A Legião da Boa Vontade, deu início a entrega de mais de 17 mil crianças e adolescentes de famílias de baixa renda de 90 municípios brasileiros receberão os kits de material pedagógico dentro da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro. A iniciativa promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV) visa apoiar os pais que não tem recursos para a compra do material escolar e contribuir para o combate ao analfabetismo. Segundo dados divulgados pelo PNAD/IBGE 2014, o Brasil, tem 13 milhões de analfabetos absolutos, com mais de 15 anos de idade, definidos como “pessoas que não sabem ler e escrever um bilhete simples no idioma que conhecem”.

Em Natal/RN, e na Comunidade de Arueira (Quilombolas) em Pedro Avelinoreceberão as doações 550 crianças e adolescentes atendidos pela LBV e por organizações parceiras. Os kits são compostos de acordo com a faixa etária dos estudantes e contém itens como: estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, mochila, régua, entre outros.

Como ajudar:
Para a realização da campanha, a LBV conta com doações da população, de colaboradores, de voluntários, de empresas parceiras e o apoio da mídia. As doações podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo tel.: 0800 055 50 99.

A LBV
A Legião da Boa Vontade acredita que a educação iluminada por valores éticos, espirituais e ecumênicos transforma o ser humano para melhor, por isso, há mais de 67 anos, ela atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social. Nas cinco escolas e nos 66 Centros Comunitários de Assistência Social que atendem crianças e adolescentes, a LBV oferece o apoio necessário às famílias para que os filhos tenham acesso à Educação e a garantia e proteção de seus direitos, além de outros benefícios, realiza atividades socioeducativas, esportivas, culturais, artísticas, lúdicas e recreativas e projetos permanentes de incentivo à leitura.

Serviço:
Evento: Entrega de kits de material pedagógico da Legião da Boa Vontade — LBV
Data: 11/03/2017 — sábado | Horário: 9h
Local: Escola Estadual Profº Luis Soares – Av. Cel. Estevam, S/N – Dix-Sept Rosado
Informações: www.lbv.org
Redes sociais: LBV Brasil no Facebook, no YouTube ou no Instagram


MPF PROMOVE AUDIÊNCIA EM MOSSORÓ SOBRE IMPACTOS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS SALINEIRAS

Objetivo é corrigir as possíveis irregularidades, principalmente a ocupação ilegal de áreas de preservação

Apresentar um diagnóstico geral e propor acordos que venham a sanar os possíveis ilícitos ambientais decorrentes da exploração de sal marinho na chamada “Costa Branca” do Rio Grande do Norte. Esses são os objetivos principais da audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal (MPF) em Mossoró, no próximo dia 21, das 10h às 12h, na sede da Procuradoria da República, na avenida Jorge Coelho, bairro Costa e Silva.

Durante a audiência, serão apresentados os resultados do Grupo de Trabalho (GT-Sal) formado pelo Ibama e o Idema para averiguar as possíveis irregularidades ambientais, com foco na ocupação de áreas de preservação permanente (APPs) por parte de empresas salineiras. O GT-Sal é fruto de uma recomendação expedida pelo MPF em outra audiência pública, realizada em 4 de fevereiro de 2014.

O evento deste dia 21 será presidido pelos procuradores da República que atuam em Mossoró (Emanuel Ferreira e Aécio Tarouco) e também em Assu (Victor Queiroga) e deverá contar com representantes não só dos órgãos ambientais federal e estadual, bem como representantes das empresas dos setor.

Esses empresários receberão, na audiência, propostas de termos de ajustamento de conduta (TACs) visando à correção das irregularidades que tenham sido detectadas pelo GT-Sal. Durante os debates, o Sindicato das Indústrias de Extração de Sal do RN também terá espaço para expor a posição das empresas salineiras.

Qualquer interessado poderá participar da audiência, limitando-se contudo ao espaço do auditório e devendo fazer a inscrição prévia através do e-mail prrn-ldprmmossoro@mpf.mp.br. Confira o edital completo clicando aqui.
Serviço:
Audiência pública sobre impactos ambientais das empresas salineiras
Data: 21 de março
Horário: 10h às 12h
Local: Procuradoria da República no Município de Mossoró
Endereço: Avenida Jorge Coelho de Andrade, 960 – Bairro Costa e Silva

TCE INICIA COLETA DE INFORMAÇÕES PARA ÍNDICE DE EFETIVIDADE DE GESTÃO DOS MUNICÍPIOS EM 2017

Por FEMURN
O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) deu início ao processo de envio de dados por parte dos prefeitos do Rio Grande do Norte relativos ao Índice de Efetividade de Gestão Municipal (IEGM), ferramenta criada em 2016 para sistematizar informações em sete áreas da gestão pública dos municípios.
O presidente do TCE, conselheiro Gilberto Jales, encaminhou ofícios para todos os prefeitos do RN com orientações sobre o envio das informações necessárias para a construção do índice. Os gestores deverão preencher questionários eletrônicos entre os dias 13 e 31 de março de 2017. Os links para os questionários foram enviados através dos ofícios.
fachada_do_tce-tribunal_de_contas_do_rn_6
Desde o ano passado, o IEGM reúne informações nas áreas de saúde, educação, planejamento, gestão fiscal, meio ambiente, proteção dos cidadãos e governança da Tecnologia da Informação. Trata-se de uma parceria entre o Tribunal de Contas e o Instituto Rui Barbosa, que tem o intuito de aprimorar o controle externo e disponibilizar um instrumento para definição de prioridades no campo da gestão pública.
Os gestores que não enviarem as informações demandadas estarão sujeitos a penalidades. O não preenchimento dos referidos questionários tempestivamente sujeita às seguintes sanções: suspensão do fornecimento ao município de Certidão de Adimplência junto ao TCE.
O resultado do IEGM em 2016 foi apresentado em dezembro, durante um encontro promovido pelo TCE com gestores públicos municipais. Oitenta municípios do Rio Grande do Norte foram considerados pelos indicadores do índice como “em fase de adequação”.
De acordo com os dados recolhidos, 15 municípios conseguiram chegar ao nível “efetivo”, enquanto 80 foram considerados “em fase de adequação” e 64 com “baixo nível de adequação”. Nenhum município foi considerado com gestão “muito efetiva” ou “altamente efetiva”.
O índice tem como objetivo avaliar as ações dos governos em relação às exigências da sociedade, apurando a qualidade dos gastos públicos e os resultados efetivos dos serviços prestados ao cidadão. Os dados foram cruzados com outras informações, entre os quais do SIAI, culminando numa pontuação que revela, entre outras situações, como se posiciona o município frente a aspectos significativos da administração.
FONTE: AGORA RN

GUAMARÉ-ENTRE A REALIDADE E A FANTASIA

Não podia deixar aqui de parabenizar e agradecer a todos os  Guamareenses que se empenharam para que o carnaval fosse realizado com sucesso na cidade neste ano de 2017,o verdadeiro carnaval feito pelo povo e para o povo  é esse, que sem custeio algum dos órgãos públicos conseguiu arrastar uma grande multidão as ruas mostrando que o tradicional Carnaval de Guamaré continua firme e atraindo pessoas de várias localidades do RN.
Pois bem! Dizem que o ano letivo só se inicia depois do carnaval e creio que em Guamaré o ano letivo se iniciou logo após a quarta-feira de cinzas.
As imagens acima mostram o sucesso de um carnaval bem organizado pelo povo e para o povo.
Porém outras imagens mostram o total desprezo da atual gestão com o município que enfrenta problemas gravíssimos nas áreas Habitacionais, Estruturais e Social do município .
Em apenas um simples passeio que realizei pelo município pude constatar os reais problemas que o município enfrenta onde muitos ocultam os fatos.

23/02/2017

GOVERNO CONVIDA EX-SECRETÁRIO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA PARA ASSUMIR PASTA EM GOIÁS


Professor Ricardo Balestreri tem experiência de 25 anos com polícias do mundo todo e defende reformas profundas no sistema brasileiro
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), convidou o professor e historiador gaúcho Ricardo Balestreri Brisola para assumir a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP).
Segundo o governo, a sondagem foi feita, mas ainda não houve uma resposta definitiva. Ex-secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp) entre 2008 e 2010, Balestreri é um dos principais estudiosos sobre políticas públicas de segurança do país. Há mais de 25 anos em contato direto com as polícias do mundo inteiro, trabalhou com cerca de 70 mil policiais brasileiros (entre militares, civis e federais) de todos os 27 estados.
“Dediquei minha gestão à frente da Senasp à polícia, assim como minha vida. Ao longo dos anos descobri que a polícia talvez seja o segmento que mais influência tem do ponto de vista de multiplicação de cultura na sociedade”, defendeu em um evento em 2015.
Balestreri, que tem 58 anos, é um ferrenho defensor dos policiais e, inclusive, escreveu teses sobre Direitos Humanos de Policiais. Como secretário, foi o gestor público que mais comprou armas de fogo para polícias do Brasil, inclusive para a Polícia Civil. Criou a maior rede acadêmica do mundo para policiais, com 77 cursos de pós-graduação gratuitos e 170 mil bolsas de estudos.
Apesar de ter sido gestor público, o professor diz que o sistema de Seguraça Pública brasileiro é como uma “jabuticaba”: só existe no Brasil. Ele defende uma reforma profunda e ampla.
Caso Balestreri aceite o convite, esta será a segunda vez, neste mandato, que o governador atrai um especialista de projeção nacional para comandar uma pasta da administração estadual. Com caráter estritamente técnico e a proximidade com as bases, o professor é considerado uma grande aposta de Marconi.

POR UMA MÍDIA IMPARCIAL,JUSTA E ÉTICA NAS INFORMAÇÕES

Por Edilmar Medeiros

Tenho observado atentamente nos últimos anos o comportamento e a postura do jornalismo do nosso país e chego a conclusão de que os interesses diversos estão bem acima do verdadeiro papel dos veículos de comunicação(TV,RÁDIO,JORNAIS E BLOGS).
No tocante a mídia local o que observo é que o verdadeiro proposito de alguns que se auto intitulam como principais veículos de comunicação  local passam bem despercebidos do verdadeiro papel que é informar com transparência Clareza, Objetividade e Imparcialidade dos fatos principalmente em matérias que relatam o desenrolar do cenário político local.
Ultimamente alguns veículos de comunicação (BLOGS) não tem cumprido esse papel de desenvolver as matérias de uma forma coerente e imparcial principalmente nos assuntos referentes a política local onde a criação de especulações e deturpações dos verdadeiros fatos são omitidos de forma onde a opinião é formada apenas com o intuito de manipular o censo critico e democrático das pessoas que leem os artigos publicados.
Tudo isso é proporcionado por aqueles que criam um espaço para poder criar uma espécie de ferramenta e mecanismo para obter alguma vantagem e benesses dos políticos .
Vejo que em Guamaré a verdade dentro do jornalismo deixou de ser um elemento básico se tornando uma ferramenta de chantagem e a prova disso é o comportamento tendencioso de alguns formadores de opinião que ao iniciarem o trabalho de seus blogs, iniciam com a postura de uma total imparcialidade sem defender bandeiras partidárias e que ao longo do tempo perdem a sua essência  tornando o blog  praticamente uma verdadeira rede social exclusiva de políticos e seus apaniguados .
Chega a ser uma grande ironia e cinismo esse mesmo espaço dizer que na cidade existe uma mídia ilusionista e oportunista quando na verdade o próprio veículo explora e obtém benefícios e regalias dentro do governo.
Mas não se surpreendam,  pois criar um meio de comunicação  usando de métodos e práticas que não condiz com o verdadeiro papel do jornalismo  já é de praxe em pequenas cidades do interior do Brasil, salvo exceções daqueles que realmente fazem o bom uso e em Guamaré não é diferente.
Respeitar a opinião dos outros é questão de maturidade; O que não significa que você nega seus princípios ou não defende seu ponto de vista sobre determinado assunto.

18/02/2017

GUAMARÉ CADÊ AS MUDANÇAS?

No final de novembro de 2016 fiz um comentário na seguinte postagem intitulada: 


Resultado de imagem para fotos guamare
Pois bem esse simples comentário que fiz, em seguida se transformou em postagem, nesse comentário afirmei que como cidadão de Guamaré aguardava ansioso pelas mudanças na continuação do governo Hélio, até então eu tinha esperança de que o atual prefeito tivesse coragem e vontade pra mudar, me enganei!

Hoje vejo uma cidade com pouca perspectiva de avanço com obras paradas, muito desemprego e alguns programas sociais esquecidos como o restaurante popular e outras ações que o governo ao longo dos meses deixou   cair no esquecimento como a usina de dessalinização que nunca mais ouvimos falar se essa obra irá ou não sair do papel.
O atual governo do prefeito Hélio na realidade não vem realizando as devidas ações de mudanças que a população tanto almeja e que boa parte de sua mídia local apresenta, prova disso está em várias nomeações de pessoas com a mínima capacidade de assumir certos cargos que requerem conhecimento específico na área a serem nomeados, essas nomeações no meu ponto de vista não passam de cumprimento de compromissos eleitorais deixando visível a falta de responsabilidade e transparência e o verdadeiro compromisso com a coletividade, hoje vejo a montagem de  um governo de poucos e não de “todos” .

Obras paradas como a ciclovia é o retrato de que falta mais rigor e fiscalização nas licitações e  na execução  de obras desse porte, outra situação que me chamou a atenção foi o fechamento dos restaurantes populares de Guamaré e Baixa do meio onde atendia mais de 700 pessoas que hoje clamam novamente pela sua reabertura, são inúmeras situações ocorridas na administração pública que não só me chamam a atenção como também chamam a atenção da população que clama por dias melhores.
Para que a cidade de Guamaré cresça não basta apenas ter coragem e vontade pra mudar é preciso ter postura firme de um bom gestor tratando o dinheiro público com transparência, um bom prefeito é aquele que é administrador, empreendedor e busca soluções para que seu município desenvolva e tenha uma economia solida e não centralizada apenas no setor público, um gestor que preza pela boa administração da cidade deve deixar de lado vícios e regalias no uso da máquina pública.
Guamaré hoje vive uma situação muito preocupante e se os que gerem essa cidade não agir , o município permanecerá parado com comércios fechando as portas e o povo desempregado sem nenhuma perspectiva de vida.
Finalizo minha opinião a firmando que Guamaré precisa de medidas prioritárias no setor econômico buscando primeiramente a geração de emprego e renda pois é o que mais está afetando a população e o comércio.

Lula assina decreto que muda regras do vale-refeição e alimentação e cria teto para taxas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta terça-feira (11), o decreto que regulamenta as mudanças no vale-refeição e alim...