Mostrando postagens com marcador VACINA COVID-19. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VACINA COVID-19. Mostrar todas as postagens

05/06/2021

JAPONESES ENCONTRAM NANOPARTÍCULAS DE mRNA NO CEREBRO, CORAÇÃO.FIGADO, OVARIOS,TESTÍCLUOS E OUTRAS PARTES DE VACINADOS






INFORMAÇÕES DO SITE ESTUDOS NACIONAIS
Por Cristian Derosa



Uma nova pesquisa conduzida no Japão mostra que as nanopartículas lipídicas (LNPs), contendo o código do mRNA, foram encontradas amplamente pelo corpo após a vacinação. Elas estão presentes no cérebro, baço, intestino grosso, coração, fígado, pulmões e outros órgãos. O artigo do estudo, originalmente escrito em japonês e traduzido automaticamente para o inglês, pode ser encontrado neste link. O estudo foi revisado por pares assusta por incluir ovários e testículos, com capacidade para alterações reprodutivas.

Intitulado “Pfizer confidencial”, o estudo é conhecido como um estudo de bio-distribuição, que usa enzimas “luciferase” e marcadores de radioisótopos para rastrear com precisão a distribuição dos LNPs de mRNA da Pfizer pelo corpo.



O estudo revela que os LNPs de mRNA são distribuídos por todo o corpo, afetando até ovários e testículos, levantando preocupações sobre fertilidade em quem recebe vacinas de mRNA, como a da Pfizer e a Moderna. O gráfico a seguir mostra a massa de NLPs (em microgramas) encontrados em cada órgão de pessoas após a vacinação de mRNA. Observe como ele ataca as supra-renais:
Médico pró-vacina alerta: “Cometemos um grande erro”

Um médico pró-vacina chamado Dr. Byram W. Bridle, PhD. foi entrevistado por Alex Pierson do podcast “On Point”. A entrevista, repercutida também no site Brighthon, tem aproximadamente 9 minutos de duração e pode ser assistida a

Bridle, que é 100% pró-vacina, fez as seguintes declarações:

… A proteína spike, por si só, é quase inteiramente responsável pelos danos ao sistema cardiovascular. Se entrar na circulação, na verdade, se você injetar a proteína spike purificada no sangue de animais de pesquisa, eles causam todos os tipos de danos ao sistema cardiovascular e podem cruzar a barreira sangue-cérebro e causar danos ao cérebro.

Eles encontraram um pico da proteína em circulação, ou seja, no sangue de 11 dos 13 profissionais de saúde que receberam a vacina. Sabemos há muito tempo que a proteína spike é uma proteína patogênica. É uma toxina. Ela pode causar danos em nosso corpo se entrar em nossa circulação. Agora, temos evidências claras de que as vacinas injetadas em nossos corpos, músculos ou células, fabricam essa proteína. Não a vacina em si, mas a proteína entra na circulação sanguínea. Quando entra em nossa circulação, a proteína spike pode se ligar aos receptores que estão em nossas plaquetas e às células que revestem nossos vasos sanguíneos. Quando isso acontece, ela pode fazer uma das duas coisas: pode causar o acúmulo de plaquetas e levar à coagulação (e é exatamente por isso que temos visto distúrbios de coagulação associados a essas vacinas) e também pode causar sangramento. E, é claro, o coração está envolvido, já que é uma parte fundamental do sistema cardiovascular. É por isso que estamos vendo problemas cardíacos. A proteína também pode cruzar a barreira hematoencefálica e causar danos neurológicos. É por isso também que nos casos fatais de coágulos sanguíneos, muitas vezes [a proteína] é encontrada no cérebro.

Resumindo, a conclusão é que cometemos um grande erro. Não tínhamos percebido isso até agora. Vimos que a proteína spike era um ótimo antígeno-alvo. Não consideramos que a proteína spike, em si mesma, era uma toxina e uma proteína patogênica. Assim, ao vacinar as pessoas, estamos inadvertidamente inoculando-as com uma toxina e, em algumas pessoas, isso entrará na circulação. Quando isso acontece em algumas pessoas, pode causar danos, principalmente no sistema cardiovascular. Não temos tempo, mas há muitas outras questões vitais sobre a segurança a longo prazo desta vacina. Por exemplo, com o acúmulo nos ovários. Uma das minhas perguntas é: vamos tornar os jovens inférteis? Alguns deles inférteis? Então, vou parar por aí.

03/06/2021

VACINA COVID-19: FIO CRUZ RECEBE BANCOS DE CÉLULAS E VÍRUS PARA PRODUZIR IFA NACIONAL



Ricardo Valverde (Agência Fiocruz de Notícias), com informações de Bio-Manguinhos/Fiocruz


A Fiocruz recebeu, nesta quarta-feira (2/6), dois bancos, um de células e outro de vírus, para a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional da vacina Covid-19 Fiocruz. O material, vindo dos Estados Unidos, desembarcou no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão), às 8h03, e, após desembaraço aduaneiro, seguiu para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), onde o imunizante será produzido. O banco de células foi enviado em nitrogênio líquido, mantidos a uma temperatura de aproximadamente -150ºC, e o banco de vírus em gelo seco, a cerca de -80ºC. Os dois componentes compõem a base para a produção do IFA.


                                   

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse que o trabalho que permitiu receber o material para produzir o IFA no Brasil foi possível graças a uma ação coordenada de várias instâncias. “Entre elas, Poder Executivo, ministérios, em especial o da Saúde, gestores reunidos no Conass [Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde] e no Conasems [Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde], que acompanharam todo o processo, desde o início. Também destaco em particular a atuação do Parlamento, sobretudo da Comissão Externa da Covid-19, que visitou a Fiocruz e reforçou o projeto junto ao Ministério da Saúde”.

02/02/2021

LABORATÓRIO INFORMA A ANVISA TEMPERATURA DE ARMAZENAMENTO DA SPUTINK V

Vacina russa teve dados publicados na revista científica The Lancet

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota na noite desta terça-feira (2) declarando que o laboratório União Química, que está à frente da produção da vacina russa Sputnik V no Brasil, informou que à Anvisa que a vacina que pretende apresentar para análise emergencial na agência terá o mesmo padrão de temperatura e conservação da que foi desenvolvida na Rússia e que teve dados publicados na revista científica The Lancet.

Segundo a The Lancet, a indicação é que a Sputnik V tenha condição de temperatura e conservação de -18°C.

A Anvisa também comentou o artigo publicado na The Lancet, considerada uma revista científica de referência. Segundo a agência, o estudo clínico publicado é uma boa notícia, mas é necessário que a Anvisa tenha acesso aos dados completos gerados nos estudos não clínicos e clínicos das fases I, II e III para poder concluir sobre a eficácia e a segurança da vacina Sputnik V.

Na nota, a agência informa que, quanto ao "status do processo de solicitação de anuência para a condução dos estudos clínicos fase III no Brasil, que é um dos pré-requisitos para se pleitear a autorização de uso emergencial da vacina no país, o processo que analisa a vacina Sputnik continua aguardando o cumprimento de exigências técnicas pela empresa."

29/01/2021

MINISTÉRIO DA SAÚDE CONFIRMA COMPRA DE MAIS DE 54 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC




O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (29) a opção de compra de mais 54 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Em vídeo divulgado pela assessoria do ministério, o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, comunicou o posicionamento e declarou que haverá esforços para agilizar o registro definitivo do imunizante.

“Estamos solicitando o cronograma à Fundação Butantan para podermos celebrar o contrato já na semana que vem. E também solicitando a antecipação do registro junto à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para iniciarmos a vacinação em massa da população brasileira”, disse.

No contrato entre o ministério e o Instituto Butantan, por meio de sua fundação, a pasta havia adquirido um lote inicial de 46 milhões, com possibilidade de compra das mais 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões ainda neste ano.

O ministério teria até maio para comunicar a opção de compra, mas nos últimos dias, o Instituto Butantan oficiou o ministério solicitando que o posicionamento fosse dado logo de modo a permitir um melhor planejamento da fabricação de imunizantes pelo órgão.

28/01/2021

BRASIL É 46º NO RANKING DE PAÍSES QUE MAIS VACINARAM CONTRA COVID-19




Veja o ranking dos países que mais vacinaram contra Covid-19; Brasil é 46º

Com 49,1 doses de vacina contra o novo coronavírus administradas a cada 100 pessoas, Israel lidera o levantamento do CNN Painel da Vacina entre os países que já começaram a imunização no mundo.

O índice de vacinação é uma forma de mensurar o total da população que recebeu pelo menos uma dose. Com 27,9 vacinados a cada 100 pessoas, os Emirados Árabes Unidos aparecem na segunda posição do levantamento, seguido por Seychelles, com índice de 21 vacinados a cada 100 pessoas.

Completam a lista dos dez países que mais vacinaram o Reino Unido, o Bahrein, os EUA, a Sérvia, Malta, Islândia e Dinamarca.


Nesta quinta-feira (28), o Brasil aparece na 46ª posição do ranking. Com 1.275.185 pessoas vacinadas, o índice do país é de 0,6 vacinado a cada 100 pessoas. O levantamento é da Agência CNN e da Our World In Data, realizado pela Universidade de Oxford.

O índice brasileiro foi calculado com base nas informações divulgadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde do país de que 1.275.185 pessoas já foram vacinadas contra a Covid-19 e considerando a população estimada pelo IBGE, em 2020, de 211.755.692 pessoas.
CNN Painel da Vacina mostra os países que mais imunizaram sua população no mundo
Foto: Arte/CNN Brasil (28.jan.2021)

25/01/2021

ANVISA SE REUNE COM LABORATÓRIO RESPONSÁVEL PELA VACINA SPUTINK V



Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniram nesta segunda-feira (25) com representantes do laboratório União Química, que é responsável no Brasil pela vacina russa Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya. A farmacêutica tem acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) para a produção e distribuição da vacina contra covid-19 desenvolvida para o Brasil e outros países da América Latina.

Durante o encontro, segundo a Anvisa, a equipe técnica da agência detalhou para a empresa quais informações devem ser apresentadas para dar seguimento ao pedido de anuência de condução de ensaios Fase 3 no Brasil. O início da Fase 3 da pesquisa é requisito fundamental para que o laboratório possa pleitear um pedido de uso emergencial da vacina em território nacional. Há pouco mais de uma semana, a Anvisa chegou a devolver um pedido da União Química para uso emergencial do imunizante exatamente porque esta etapa dos estudos ainda não foi autorizada no país

"O principal ponto da reunião foram os dados técnicos que precisam constar no Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos (DDCM). Os requisitos para os estudos clínicos são os mesmos exigidos anteriormente para as outras quatro pesquisas clínicas de vacinas autorizadas pela Anvisa em 2020, e também são semelhantes aos dos EUA, do Reino Unido, dos países membros da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e da Organização Mundial da Saúde (OMS)", informou a Anvisa, em nota.

Ainda de acordo com a agência reguladora, a União Química indicou que deve começar o envio dos documentos necessários para que o pedido de pesquisa clínica seja avaliado. "Esse tipo de encontro faz parte das ações que a Agência tem adotado com todas as empresas que pretendem ter vacinas autorizadas no país", informou a Anvisa.

Também nesta segunda-feira (25), representantes da Anvisa se reuniram com técnicos da autoridade da Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT), da Argentina. O país começou a utilizar a vacina no final do mês de dezembro do ano passado.

A União Química possui sede em Santa Maria, no Distrito Federal, de onde poderá produzir a Sputnik V. Além da própria Rússia, a vacina já foi autorizada por autoridades sanitárias de países como Argentina, Bolívia, Venezuela, Argélia, Sérvia, Bielorrússia e Palestina.

RN RECEBE MAIS DE 14.500 DOSES DA VACINA CORONAVAC NESTA SEGUNDA-FEIRA



O Governo do Rio Grande do Norte anunciou por meio das redes sociais que o estado vai receber 14.500 doses da vacina Coronavac nesta segunda-feira 25. De acordo com o estado, as doses são para dar continuidade a vacinação dos profissionais da saúde e iniciar a imunização em idosos acima de 75 anos.

Governo do Rio Grande do Norte anunciou por meio das redes sociais que o estado vai receber 14.500 doses da vacina Coronavac. Foto: Elisa Elsie


 O RN recebe na manhã de hoje (25) mais um lote de vacinas contra a Covid-19. Serão 14.500 doses da Coronavac para terminarmos a vacinação dos profissionais da saúde e iniciarmos a vacinação em idosos acima de 75 anos.#RNMaisVacina #GovernodoRN — Governo do RN (@GovernodoRN) January 25, 2021

 O RN recebeu do Ministério da Saúde neste domingo 24, 31.500 doses de vacina fabricada pela universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. Na terça-feira 19 o Estado já havia recebido 82.400 doses da Coronavac.

BRASIL ACERTOU EM ESTRATÉGIA DE DOSE ÚNICA COM VACINA DE OXFORD



Responsável pelos estudos clínicos da vacina de Oxford/AstraZeneca no Brasil, a médica e professora de Oxford Sue Ann Costa Clemens afirmou, em entrevista à CNN, que foi acertada a decisão do governo federal em aplicar as dois milhões de doses já recebidas do imunizante.

Ela explicou que os pesquisadores preparam um novo artigo para publicação sobre a eficácia da vacina com um espaçamento maior entre a primeira e segunda dose e, por isso, as pessoas que já foram vacinadas não passarão do prazo para o recebimento da dose reforço.

"A imunização primária com essa vacina já acontece após uma dose, e a imunização primária com outras vacinas precisam de duas doses para começar a proteger", explicou a especialista.


Novos dados da vacina da AstraZeneca/Oxford serão publicados nos próximos dias na revista LancetFoto: Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo

"Essa semana vamos submeter mais um artigo para publicação na [revista científica] Lancet, explorando todas essas nuances [da eficácia] de uma dose que não foram tão bem exploradas no artigo passado", detalhou Sue Ann.

Segundo a médica, os estudos iniciais da vacina Oxford/AstraZeneca foram baseados na aplicação das duas doses em até 14 dias por faltar tempo para o acompanhamento de como os voluntários reagiriam com um intervalo maior.

"Sempre acreditamos que essa vacina já conferisse imunidade após a primeira dose. Como tivemos um subgrupo pequeno que mostrou uma excelente proteção depois dessa dose de reforço, foi uma decisão estratégica de se mover para duas doses", disse Sue Ann.

A médica ainda explicou que foram esses dados que permitiram o Reino Unido espaçar em até três meses a aplicação da segunda dose do imunizante.

"Essa primeira dose já protege, tem resposta imune de até três meses. E ela já protege com 70% de eficácia para casos leves e moderados, e 100% para casos graves e hospitalizações. Isso é muito importante para o momento que o mundo vive agora", afirmou a especialista.

Lula assina decreto que muda regras do vale-refeição e alimentação e cria teto para taxas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta terça-feira (11), o decreto que regulamenta as mudanças no vale-refeição e alim...