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03/03/2023
Anvisa aprova nova vacina para a dengue
Foi aprovada em 02/03/2023, por meio da Resolução RE 661, de 2 de março de 2023, o registro de uma nova vacina para a prevenção da dengue. A vacina Qdenga da empresa Takeda Pharma Ltda. é composta por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, conferindo assim uma ampla proteção contra esta enfermidade.
O produto está destinado à população pediátrica acima de 4 anos, adolescentes e adultos até 60 anos de idade. Estará disponível para administração via subcutânea em esquema de duas doses, com intervalo de 3 meses entre as aplicações.
27/01/2023
Hospital Manoel Lucas de Miranda retoma atendimento de Raio-X
A Prefeitura Municipal de Guamaré através da Secretaria Municipal de Saúde informa à população o retorno do atendimento em radiologia que é realizado no Hospital Manoel Lucas de Miranda. O exame de Raio-X atende à urgência do hospital e também exames eletivos encaminhados pela atenção básica de saúde. O serviço esteve suspenso devido à complexidade no conserto do equipamento que necessitou de reparo, peças e assistência técnica específica.
Em Guamaré, apenas no atendimento eletivo são realizados cerca de 200 atendimentos por semana, atendendo a demanda do município e também de cidades vizinhas por meio pactuação intermunicipal. O Raio-X digital é um equipamento de última geração que oferece segurança e rapidez ao usuário. A prefeitura disponibiliza um técnico especializado em radiologia que realiza o laudo e por meio de sistema envia as informações para o médico solicitante. Evitando gastos com impressões e oferecendo ao usuário mais rapidez no resultado.
O equipamento já se encontra em pleno funcionamento para urgências e a partir desta da segunda-feira (30), retornam os atendimentos encaminhados pelas Unidades de Atenção Básica. São realizados exames de tórax, abdômen, crânio, coluna e extremidades. Além dos exames de urgência que auxiliam no diagnóstico hospitalar. O equipamento é imprescindível para investigação de fraturas, tumores, distúrbios de crescimento, postura, osteoporose e várias outras patologias.
26/07/2022
Ministro da Saúde diz que Brasil se preparou para surto de varíola dos macacos
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (25) que o Brasil “fez o dever de casa” diante do surto de varíola dos macacos desde o início da epidemia. Durante a abertura de um workshop sobre vigilância em saúde promovido pelo ministério, Queiroga disse que o Brasil se preparou para lidar com o vírus, providenciando laboratórios para diagnóstico, identificação dos casos e isolamento dos pacientes.


“Nós aqui no Brasil já vínhamos fazendo nosso dever de casa desde o primeiro rumor, desde o primeiro caso suspeito. Preparamos nossa estrutura para fazer o diagnóstico. Temos quatro laboratórios hoje no Brasil com capacidade para isso”, disse Queiroga.
Os laboratórios prontos para o diagnóstico da doença, segundo o ministro, estão no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo; na Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais; na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro; e no laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
“Desde o início começamos a fazer o diagnóstico e o acesso ao diagnóstico está disponível. Fizemos alertas para as secretarias estaduais de saúde e para as secretarias municipais. Os casos são identificados, são isolados”, acrescentou o ministro.
Queiroga lembrou da decisão do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanon Ghebreyesus, que declarou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública internacional, e citou a ocorrência maior do vírus em homossexuais do sexo masculino. “E essa fala não é para estigmatizar ninguém. Apenas não se pode obscurecer que essa é uma realidade, mas outros públicos podem também ter essa doença. Enfim, vamos também aprender juntos como lidar com esse problema sanitário”.
O Brasil tem 696 casos confirmados até o momento. Destes, 506 são procedentes do estado de São Paulo, 102 do Rio de Janeiro, 33 de Minas Gerais, 13 do Distrito Federal, 11 do Paraná, 14 do Goiás, três na Bahia, dois do Ceará, três do Rio Grande do Sul, dois do Rio Grande do Norte, dois do Espírito Santo, três de Pernambuco, um de Mato Grosso do Sul e um de Santa Catarina.
Doença
A varíola dos macacos é causada por um vírus e transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode se dar por meio de abraço, beijo, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo infectado.
Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.
Sintomas
O paciente pode ter febre, dor no corpo e apresentar manchas, pápulas [pequenas lesões sólidas que aparecem na pele] que evoluem para vesículas [bolha contendo líquido no interior] até formar pústulas [bolinhas com pus] e crostas [formação a partir de líquido seroso, pus ou sangue seco].
05/07/2022
O que se sabe sobre a varíola do macaco em homens LGBT
O Reino Unido foi o primeiro país europeu a confirmar casos da varíola dos macacos. Após uma série de estudos por universidades locais, reportados pela revista Science, cientistas concluíram que a doença está se espalhando predominantemente dentro da comunidade de homens que se relacionam sexualmente com outros homens: de 152 pacientes que responderam questionários a pedido da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA), 151 responderam que eram homens homossexuais ou bissexuais.
O vírus causador da doença é pouco conhecido e ainda há muitas incertezas. O que se sabe é que o patógeno é diferente daquele que circulava de forma endêmica em alguns países da África e que os sintomas da doença incluem febre, dor no corpo e erupções cutâneas dolorosas. A doença é transmitida pela proximidade com pessoas infectadas, através de saliva, sêmem, suor e contato com objetos de uso pessoal.
Os riscos de estigmatização – assim como ocorreu com o HIV, na década de 1980, são claros. Como enfrentá-los? “Sem fazer alarde e sem estigmatizar, é importante que se faça a focalização da comunicação para grupos específicos. No caso, nesse momento, homens que se relacionam com homens” explica ao Outra Saúde Juliana César, assessora de Programas Institucionais da Gestos, organização que atua na prevenção do HIV.. “O ocorrido com o HIV Isso não pode se repetir. Não deve existir a associação da doença com uma parcela da população. Qualquer pessoa pode estar vulnerável a essa infecção. O que deve acontecer é o direcionamento da mensagem a um grupo específico, uma segmentação da informação entre a população em geral e o grupo mais vulnerável”, conclui.
Para o infectologista Jamal Suleiman, que atua no Instituto de Infectologia do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, o setor público “está chegando tarde demais” nesse processo. “A gente já sabe qual é a população mais vulnerável nesse momento e precisamos difundir a informação dentro dessa comunidade, e rápido. Já aprendemos com o HIV estratégias para atingir essa população, difundindo informações através de indivíduos chave, por aplicativos e espaços de convivencia”, relembra. Em entrevista à Science, Gregg Gonsales, epidemiologista da Escola de Saúde Pública de yale e ex-ativista anti-HIV, vai adiante: “Acho que temos que falar mais sobre sexo. Todo mundo tem sido muito claro sobre o perigo do estigma, e vem repetindo isso. O ponto é que ainda é necessário lidar com o risco de infecção dentro de nossa comunidade”, argumentou.
Mas por que o vírus está circulando especialmente na comunidade de homens que se relacionam com homens? Os estudos articulados por universidades britânicas chegaram à hipótese de que o vírus adentrou em redes sexuais altamente interconectadas da comunidade gay, o que poderia explicar o avanço da doença nesse grupo e não na população em geral. A disseminação, portanto, ocorreria por uma questão circunstancial – o que significa que outros indivíduos fora desse grupo mais afetado em um primeiro momento são igualmente suscetíveis a contrair a doença, uma vez que sua contaminação não está relacionada à forma como o sexo é praticado.
“Não tem relação com o que você é, mas com o que você faz”, explica Suleiman. “De alguma forma, o primeiro caso afetou um indivíduo dessa comunidade e se propagou. Se tivessemos tido como primeiro caso uma mulher heterossexual que trabalha em uma boate, que tivesse relações sexuais com mais pessoas, essa seria a primeira comunidade a ser atingida. É circunstancial”, explica. Suleiman reforça que o importante é não se relacionar sexualmente com outras pessoas se houver qualquer sintoma, mesmo aqueles mais brandos. “Às vezes, se a sintomatologia é leve, o indivíduo sai para encontros e isso impede a quebra da cadeia de transmissão”, reitera.
O número de parceiros sexuais não é um fator isolado, mas deve ser analisado junto de como um determinado grupo é densamente conectado entre si, explicou à Science Lilith Whittles, pesquisadora de doenças infecciosas do Imperial College London. Ela lembra que mudar de parceiro sexual com frequência e ter vários parceiros ao mesmo tempo pode ocorrer em todas as redes sexuais – hétero ou homo. Mas no caso de uma rede muito conectada, mesmo que muitas pessoas tenham poucos parceiros sexuais, algumas têm grandes números, o que ajuda a impulsionar a transmissão porque, se infectados, eles têm maior probabilidade de infectar outras pessoas – e o vírus nunca chega a um “beco sem saída”.
Como o modelo é baseado em dados do Reino Unido, é importante frisar que as descobertas podem não se aplicar aos outros países. Além disso, cientistas que decodificaram o genoma da doença já constataram que o atual vírus sofreu um número impressionante de mutações em um curto espaço de tempo, se comparado ao seu parente mais próximo, detectado na África em 2018 – o que explica a sua transmissão ser mais intensa do que a da doença antes conhecida.
Ainda assim, como reforça Suleiman, o medo da estigmatização não pode levar a omissão. “O que temos visto neste momento é uma completa omissão. O medo de estigmatizar deve existir, óbvio, mas temos estratégias de proteção. Não é porque estamos com receio do estigma que não tomamos atitude. Quem fica mais vulnerável é a própria comunidade”, alerta.
24/06/2022
Anvisa determina recolhimento de remédios à base de losartana
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, hoje (23), a interdição e o recolhimento de lotes de medicamentos contendo o princípio ativo losartana, que é um anti-hipertensivo e um dos remédios para insuficiência cardíaca mais utilizado no Brasil. Segundo a agência, a decisão foi tomada em razão da presença da impureza “azido” em concentração acima do limite de segurança aceitável.


O prazo máximo regulamentar para conclusão do recolhimento dos produtos das farmácias é de até 120 dias, contados a partir de hoje, data da publicação da resolução, para a qual a Anvisa avaliou o impacto no mercado brasileiro e a necessidade de continuidade dos tratamentos.
A Anvisa orienta que pessoas que utilizam o remédio não devem interromper o seu tratamento. Acrescentou que a hipertensão e insuficiência cardíaca exigem acompanhamento constante e qualquer alteração no tratamento deve ser feita somente pelo médico que acompanha o paciente. Deixar de tomar o remédio pode trazer riscos para a saúde.“
A medida preventiva foi adotada após a evolução do conhecimento sobre as impurezas e ela serve para adequar os produtos usados no Brasil aos limites técnicos previstos para a presença deste contaminante, explicou a Anvisa.
Lotes afetados em uso
Nos casos de pessoas que estejam usando lotes afetados do medicamento, a orientação da Anvisa é continuar o tratamento e conversar com o médico em caso de dúvida ou necessidade de orientação. Os pacientes podem, ainda, entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório para se informar sobre a troca do remédio por um lote que não tenha sido afetado pelo recolhimento ou interdição. Os meios para contato com as empresas estão disponíveis na embalagem e bula dos produtos.
Por meio de nota, a Anvisa esclareceu que, desde a descoberta da possibilidade de presença do “azido” na losartana, em setembro de 2021, vem adotando medidas para garantir que os medicamentos disponíveis para a população brasileira estejam dentro dos padrões de qualidade.
A Anvisa notificou os detentores de registro desses remédios para apresentarem os resultados da avaliação sobre a existência dessa impureza em seus produtos.
15/06/2022
20/05/2022
GOVERNO DO RN PUBLICARÁ DECRETO QUE REFORÇA COMBATE A EPIDEMIA DE DENGUE
O Rio Grande do Norte está em situação de epidemia de dengue. O decreto que oficializa a situação em níveis governamentais e será publicado na edição do Diário Oficial desta sexta-feira (20). A situação se dá pela recente subida exponencial de casos, constatada pelos boletins epidemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
O decreto da situação de emergência facilita as ações conjuntas entre os entes e, principalmente, visa agilizar o acesso a insumos, como testes, larvicidas e inseticidas, vitais para a estratégia de combate à dengue.
A medida foi debatida em reunião na tarde desta quinta-feira (19), com a presença de prefeitos, representantes do Ministério Público e de diversos órgãos do Governo
“O Estado reconhece a situação de crise sanitária declarando uma emergência. Convocamos todos para que as medidas de enfrentamento à essa epidemia seja eficaz. Um dos pontos do decreto é a criação de um comitê para que juntos possamos orientar os municípios para a adoção do plano de contingenciamento elaborado pela Sesap”, afirma Raimundo Alves, secretário-chefe do Gabinete Civil.
Até o dia sete de maio, o estado registrou 11.427 casos prováveis da doença. A incidência geral de casos está em 323,93 casos/100 mil habitantes. O crescimento da doença no estado pode ser constatado na comparação com 2021, quando foram registrados no mesmo período 806 casos prováveis. O número de casos das demais arboviroses também está crescendo, tendo registrados 3.397 casos prováveis de chikungunya e 695 casos prováveis de zika.
Para a promotora de Justiça Raquel Ataíde o momento é de união. “Quando se trata das arboviroses não há como a Sesap sozinha adotar as medidas para a sociedade. É de suma importância que aconteça a parceria entre as secretarias para maior agilidade. E estamos aqui para apoiar”, ressalta .
A Sesap reforça a necessidade de ampliação dos cuidados com a proliferação do Aedes aegypti, como manter os quintais livres de possíveis criadouros do mosquito, limpar vasilhas e reservatórios de água de seus animais, não colocar lixo em terrenos baldios, manter caixas d´água sempre tampadas e cuidar de qualquer local que possa acumular água parada. Além dos cuidados, é importante receber a visita do agente de endemias e esclarecer possíveis dúvidas.
FONTE: ASSECOM RN
08/07/2021
ANVISA AUTORIZA NOVA FÁBRICA A PRODUZIR VACINAS DA PFIZER PARA O BRASIL
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a possibilidade de produção de vacinas contra a covid-19 em uma fábrica da empresa Hospira, no estado de Kansas, nos Estados Unidos. A medida é necessária para que o imunizante seja usado no Brasil.


A unidade poderá ser utilizada na fabricação de doses da vacina desenvolvida pelo consórcio da Pfizer e da BioNTech, que já recebeu autorização para uso no Brasil e que teve contrato de aquisição de 200 milhões de doses neste ano com o Ministério da Saúde.
A autorização reconheceu o que a agência chama de “boas práticas de fabricação” da planta produtiva. Este é uma das exigências para que uma fábrica possa ser incluída no registro de um imunizante e possa ser utilizada no seu processo produtivo.
Com isso, o consórcio Pfizer/BioNTech pode ampliar a capacidade de fabricação de doses, o que abre espaço para acelerar a disponibilização de lotes para o Brasil.
Sputnik V
Hoje a Anvisa também disponibilizou para assinatura os termos de compromisso com governos do Nordeste que adquiriram lotes da vacina russa Sputnik V. Os termos fazem parte das exigências definidas pela agência quando da autorização da importação excepcional do imunizante.
Deverão assinar os termos os estados que importaram lotes do imunizante: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba. Além desta obrigação, outros condicionantes foram determinados pela Anvisa para o uso da Sputnik V.
Entre eles estão a submissão de documentos e insumos ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fiocruz para análise das amostras; submissão à agência de medidas de mitigação de risco pela ausência de validação de uma das fases no exame do pedido de importação e envio à Anvisa do relatório final de produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).
Segundo a Anvisa, a análise pelo instituto da Fiocruz é condição sem a qual as vacinas não poderão ser aplicadas na população. A partir do momento que tiver início a aplicação, deverá haver um acompanhamento pelas autoridades de saúde dos estados com estudos de efetividade.
GUAMARÉ SE DESTACA ENTRE OS MUNICÍPIOS POTIGUARES COM MELHOR SITUAÇÃO NO ENFRETAMENTO À COVID-19

Após a última divulgação dos Índices Compostos pela Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), nesta terça-feira, 06 de julho, o município de Guamaré aparece bem no ranking dos municípios potiguares que melhor enfrentam à pandemia do novo coronavírus.
O levantamento foi realizado pela parceria entre a Sesap e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que elaboraram um score com nove indicadores para os quais atribuem uma nota de 1 até 5 em várias categorias; e no qual a nota 1 é a melhor.
Os indicadores reúnem dados como casos confirmados, ocupação de leitos, óbitos e políticas de combate à pandemia nos municípios; e permitem o acompanhamento da dinâmica de casos em tempo real, facilitando a tomada de decisão por parte dos gestores.
O resultado positivo é fruto do trabalho sério da Secretaria Municipal de Saúde, sob a orientação do Secretário Fabrício Morais. Esse indicador também reflete o apoio direto a essas ações na pandemia, por parte do prefeito Eudes Miranda, que inclusive instalou na sua gestão, uma usina de oxigênio no hospital municipal Manoel Lucas de Miranda.
05/06/2021
GOVERNO DO ESTADO ESCLARECE SOBRE APURAÇÃO DO TCU E CGU ELOGIA MODELO DE CONTRATO AUDITADO
INFORMAÇÕES DO BLOG DO DINARTE ASSUNÇÃO
O controlador-geral do Estado, Pedro Lopes, afirmou em entrevista ao Blog do Dina que o governo recebeu com tranquilidade a notícia de que a ação do TCU sobre a gestão no manejo da pandemia se refere ao contrato com a Liga contra o Câncer e a Policlínica, prevendo 60 leitos, entre UTIs e enfermaria.
Lopes pediu para esclarecer a respeito de reportagem do blog sobre a investigação do TCU. Originalmente, a Secretaria Estadual de Saúde foi procurada pela sua assessoria de imprensa, mas não se posicionou.
A afirmativa de Lopes sobre tranquilidade se dá em razão de outro órgão federal, a Controladoria Geral da União (CGU) ter auditado o contrato e não ter detectado nenhuma irregularidade.
Outro ponto reforçado pelo controlador é que o orçamento dos leitos era de R$ 34,8 milhões, mas a gestão só precisou usar R$ 10 milhões, já que os leitos foram sendo contratados conforme a demanda. O valor remanescente, R$ 24,8 milhões, pode ser aplicado em outras ações de enfrentamento da covid, segundo Lopes.
O caso do TCU foi divulgado pela CNN, sem mencionar, no entanto, do que se tratava. O Blog do Dina descobriu a razão da apuração. Segundo Lopes, o governo soube do que se tratava pela reportagem do blog.
“Além da CGU ter auditado esse contrato e não ter encontrado irregularidades, também nos tranquiliza o fato de essa ação ter sido feita a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta com os três ministérios públicos (Estado, Federal e do Trabalho), que acompanharam a execução do contrato”, explicou o controlador-geral.
Lopes também relembrou que o contrato com a Liga se deu no contexto de o governo ter preferido não aderir à construção de um hospital de campanha. Estimado à época em 37 milhões de reais pela gestão, o equipamento não saiu porque as propostas eram R$ 20 milhões mais caras.
“Ao fim, implantamos na região metropolitana 130 leitos, mais que os 100 que seriam do hospital de campanha. E isso custou ao estado R$ 27,5 milhões, R$ 10 milhões a menos que os 37 que previmos para o hospital de campanha”, explicou.
CGU
Relatório da CGU confirma a versão do controlador-geral do Estado.
Em auditoria de fiscalização do contrato, a CGU terminou o documento sem emitir recomendações para corrigir irregularidades, anotando o seguinte: “Pode-se atestar que não foram observadas desconformidades materialmente relevantes nesta execução contratual até o encerramento deste trabalho”, diz o texto.
Noutra parte, a CGU elogia o modelo adotado pelo Rio Grande do Norte, quando argumenta que os equipamentos contratados emergencialmente foram implantados na rede de saúde pública ao invés de serem provisórios num hospital de campanha, por exemplo.
“A adequada entrega de todo esse conjunto de equipamentos e materiais e a sua destinação a unidades do Governo do Estado do RN que efetivamente os necessitam, logo após a motivação fundamental do contrato, representará outro aspecto significativo da contratação, que era o de realizar o combate à pandemia ampliando a oferta de leitos de UTI e de enfermaria, à medida que auxiliará na justificativa do uso desse modelo de contratação, bem como na melhoria do atendimento à saúde da população potiguar em outras unidades do Estado”.
O controlador-geral do Estado, Pedro Lopes, afirmou em entrevista ao Blog do Dina que o governo recebeu com tranquilidade a notícia de que a ação do TCU sobre a gestão no manejo da pandemia se refere ao contrato com a Liga contra o Câncer e a Policlínica, prevendo 60 leitos, entre UTIs e enfermaria.
Lopes pediu para esclarecer a respeito de reportagem do blog sobre a investigação do TCU. Originalmente, a Secretaria Estadual de Saúde foi procurada pela sua assessoria de imprensa, mas não se posicionou.
A afirmativa de Lopes sobre tranquilidade se dá em razão de outro órgão federal, a Controladoria Geral da União (CGU) ter auditado o contrato e não ter detectado nenhuma irregularidade.
Outro ponto reforçado pelo controlador é que o orçamento dos leitos era de R$ 34,8 milhões, mas a gestão só precisou usar R$ 10 milhões, já que os leitos foram sendo contratados conforme a demanda. O valor remanescente, R$ 24,8 milhões, pode ser aplicado em outras ações de enfrentamento da covid, segundo Lopes.
O caso do TCU foi divulgado pela CNN, sem mencionar, no entanto, do que se tratava. O Blog do Dina descobriu a razão da apuração. Segundo Lopes, o governo soube do que se tratava pela reportagem do blog.
“Além da CGU ter auditado esse contrato e não ter encontrado irregularidades, também nos tranquiliza o fato de essa ação ter sido feita a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta com os três ministérios públicos (Estado, Federal e do Trabalho), que acompanharam a execução do contrato”, explicou o controlador-geral.
Lopes também relembrou que o contrato com a Liga se deu no contexto de o governo ter preferido não aderir à construção de um hospital de campanha. Estimado à época em 37 milhões de reais pela gestão, o equipamento não saiu porque as propostas eram R$ 20 milhões mais caras.
“Ao fim, implantamos na região metropolitana 130 leitos, mais que os 100 que seriam do hospital de campanha. E isso custou ao estado R$ 27,5 milhões, R$ 10 milhões a menos que os 37 que previmos para o hospital de campanha”, explicou.
CGU
Relatório da CGU confirma a versão do controlador-geral do Estado.
Em auditoria de fiscalização do contrato, a CGU terminou o documento sem emitir recomendações para corrigir irregularidades, anotando o seguinte: “Pode-se atestar que não foram observadas desconformidades materialmente relevantes nesta execução contratual até o encerramento deste trabalho”, diz o texto.
Noutra parte, a CGU elogia o modelo adotado pelo Rio Grande do Norte, quando argumenta que os equipamentos contratados emergencialmente foram implantados na rede de saúde pública ao invés de serem provisórios num hospital de campanha, por exemplo.
“A adequada entrega de todo esse conjunto de equipamentos e materiais e a sua destinação a unidades do Governo do Estado do RN que efetivamente os necessitam, logo após a motivação fundamental do contrato, representará outro aspecto significativo da contratação, que era o de realizar o combate à pandemia ampliando a oferta de leitos de UTI e de enfermaria, à medida que auxiliará na justificativa do uso desse modelo de contratação, bem como na melhoria do atendimento à saúde da população potiguar em outras unidades do Estado”.
03/06/2021
GUAMARÉ - EQUIPE DA URSAP ELOGIA GESTÃO DA SAÚDE DE GUAMARÉ NA PANDEMIA
Neste início de semana, uma equipe da III URSAP-Unidade Regional de Saúde Pública, visitou o município de Guamaré, onde manteve contato com a equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde. Na oportunidade, foi discutida a situação epidemiológica, assim como o Indicador Composto, que reflete a eficácia das ações implementadas para o enfrentamento da pandemia do COVID-19 no âmbito municipal.
Segundo o Secretário de Saúde, Fabrício Morais que esteve com a comitiva, o município de Guamaré foi parabenizado pela gestão da Secretaria de Saúde, que através de ações mútuas, nos diversos níveis de atenção (primária, ambulatória e hospitalar), vem garantindo a população assistência de qualidade e em tempo hábil, o que é refletido nos indicadores, uma vez Guamaré se mantém em Zona Segura de transmissão para COVID-19.
“Além disso, foi destacado a importância de Guamaré não apenas para microrregião, mas para toda 3ª Região de Saúde, por garantir o atendimento de alta complexidade para os pacientes acometidos por COVID-19. Sendo relatada a luta diária da equipe para manter os insumos, os equipamentos e o suprimento de oxigênio necessário à assistência da população”, destacou o Secretário Fabrício Morais.
A vacinação para COVID-19 também foi destaque pela organização e celeridade, além dos registros individualizados e em tempo real, mostrando a transparências das ações e seguindo a programação ministerial.
A equipe da URSAP conheceu a Câmara Fria do município, local de conservação das vacinas. “Foram feitos elogios quanto a organização e limpeza do local”, concluiu Fabrício Morais, agradecendo o apoio que tem recebido do prefeito Eudes Miranda na gestão da pasta de saúde.
12/03/2021
ANVISA APROVA REGISTRO DA VACINA FIOCRUZ/ASTRAZENECA E DE MEDICAMENTO CONTRA O CORONAVIRUS,O IMUNIZANTE E O ANTIVIRAL RENDESIVIR PODEM SER USADOS AMPLAMENTE NO PAÍS
A população brasileira passa a contar com dois novos aliados na luta contra o novo coronavírus. a Anvisa concedeu, nesta sexta-feira (12/03), o registro da vacina da Fiocruz/Astrazeneca e do antiviral Rendesivir.
Para a vacina foram concedidos dois registros diferentes: um em nome da AstraZeneca, outro da Fiocruz. As duas empresas podem, assim, adotar estratégias diferentes de distribuição e comercialização do produto. Mais conhecido como vacina de Oxford, o imunizante foi registrado na Anvisa com os nomes de "Vacina Covid19 Recombinante Fiocruz" e "Vacina Covid19 Recombinante, no caso da Astrazeneca".
O pedido de registro da vacina da Fiocruz/AstraZeneca foi feito no dia 29/01. Com a aprovação de hoje, a população recebe um atestado de que o produto passou por exigências comparáveis às das mais conceituadas agências reguladoras do mundo. Este é o segundo registro aprovado pela Anvisa. No dia 23/02 a Agência aprovou a vacina da Pfizer-BioNTech.
Rendesivir
O Rendesivir é o primeiro medicamento com indicação aprovada para o tratamento da Covid-19 no Brasil. A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infeção. O registro foi concedido para o laboratório Gilead.
O medicamenté é injetável e será produzido pela empresa no formato de pó para diluição.
Durante os estudos clínicos do produto no Brasil, não foram registrados eventos adversos graves com os voluntários.
Registro condicional
Os registros aprovados hoje foram concedidos de forma condicional, mediante a assinatura de um termo de compromisso. Os laboratórios devem continuar os estudos e apresentar os dados complementares sobre o produto ao longo de sua utilização.
29/01/2021
MINISTÉRIO DA SAÚDE CONFIRMA COMPRA DE MAIS DE 54 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC
O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (29) a opção de compra de mais 54 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.


Em vídeo divulgado pela assessoria do ministério, o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, comunicou o posicionamento e declarou que haverá esforços para agilizar o registro definitivo do imunizante.
“Estamos solicitando o cronograma à Fundação Butantan para podermos celebrar o contrato já na semana que vem. E também solicitando a antecipação do registro junto à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para iniciarmos a vacinação em massa da população brasileira”, disse.
No contrato entre o ministério e o Instituto Butantan, por meio de sua fundação, a pasta havia adquirido um lote inicial de 46 milhões, com possibilidade de compra das mais 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões ainda neste ano.
O ministério teria até maio para comunicar a opção de compra, mas nos últimos dias, o Instituto Butantan oficiou o ministério solicitando que o posicionamento fosse dado logo de modo a permitir um melhor planejamento da fabricação de imunizantes pelo órgão.
05/08/2020
GUAMARÉ EM ZONA SEGURA - Alerta vermelho: Veja municípios do RN com taxa de transmissibilidade da Covid-19 acima de2
Informações do Blog Do Dinarte Assunção
O Rio Grande do Norte apresenta um quadro desconfortável em relação à taxa de transmissibilidade (Rt) da Covid-19.
24/07/2020
China financiará acesso da América Latina à sua vacina contra Covid-19
Sputnik - A China concederá um crédito de US$ 1 bilhão (R$ 5,38 bilhões) para países da América Latina e Caribe comprarem vacinas contra a Covid-19, informou o Ministério das Relações Exteriores do México.
O anúncio foi feito pelo chanceler chinês, Wang Yi, em uma videoconferência com seus homólogos da região, dedicada à cooperação contra a pandemia.
O encontro, presidido por Wang e pelo ministro das Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard, contou com a participação de representantes de Argentina, Barbados, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Panamá, Peru, Trinidad e Tobago e Uruguai.
"Em específico, o chanceler chinês destacou que a vacina desenvolvida em seu país será um bem público de acesso universal e que a China destina um financiamento de US$ 1 bilhão para apoiar o acesso de nações da região à vacina", salienta a declaração.
O presidente da China, Xi Jinping, anunciou em maio, durante a 73ª sessão da Assembleia Mundial da Saúde, que seu país concederá US$ 2 bilhões (R$ 10,2 bilhões) ao longo de dois anos para apoiar a resposta contra o coronavírus e o desenvolvimento socioeconômico dos países afetados, especialmente aqueles em desenvolvimento.
Entre outras medidas, a China vai cooperar com a ONU para construir em seu território um depósito e um centro de resposta humanitária global, garantir a operação das cadeias de abastecimento de insumos contra a epidemia e estabelecer "corredores verdes" para agilizar o transporte e os despachos aduaneiros.
Fonte: BRASIL 247
29/04/2020
Profissionais da saúde são 26% do total de infectados com Covid-19 no RN
A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) registrou 224 profissionais da saúde com resultado positivo para Covid-19 até esta segunda-feira (27), representando 26% dos 857 casos confirmados no estado. Destes, 126 trabalhadores estão curados.
Levantamento da Sesap apresenta 31 médicos, 21 enfermeiros e 59 técnicos ou auxiliares de enfermagem infectados com a doença causada pelo novo coronavírus. Estes profissionais representam 49% do total. Outras 59 (26%) pessoas não tiveram a função informada.
Os demais casos estão divididos em outras 26 categorias, como assistente social, nutricionista e fisioterapeuta.
A Sesap ressalta que os profissionais acometidos pela Covid-19 no início da pandemia tiveram histórico de viagem ou contato fora do ambiente de trabalho com casos confirmados.
Estes números foram cobrados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde RN), por meio de ofício, à Sesap, pois "a vulnerabilidade dos trabalhadores da saúde está diretamente relacionada às suas condições de trabalho, a exemplo da falta de equipamentos de proteção individual", declarou Breno Abbott, Coordenador do Sindsaúde RN, no último dia 23.
O Sindsaúde entrou com uma ação judicial, no início de março, cobrando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados e suficientes e criou um canal de denúncias para que os trabalhadores possam denunciar a falta de EPI's nos locais de trabalho.
O sindicato informa que está orientando os trabalhadores da saúde a se recusem de desenvolver atividades profissionais na falta de material ou equipamentos de proteção individual e coletivo definidos na legislação específica, conforme preceitua o Código de Ética da Enfermagem, em seu art. 22, bem como as normas de segurança do trabalho.
Fonte: Agora RN
Fonte: Agora RN
11/05/2019
SAÚDE - Rede pública de Guamaré já atende mulheres com cirurgia plástica redutora de mamas
Símbolo de feminilidade, os seios são também o orgulho de toda a mulher, porém, especialistas advertem que seios muito grandes podem causar desconforto e problemas de saúde. Atuando fortemente na saúde da mulher, a Prefeitura de Guamaré passa a partir da gestão do prefeito Adriano Diógenes a oferecer, gratuitamente, a cirurgia conhecida como Mamoplastia Redutora.
21/01/2019
GUAMARÉ- Conselho Federal de Medicina afere que Guamaré é o município número em investimentos na saúde no RN
A cada estatística divulgada, a cidade de Guamaré se firma positivamente no cenário nacional, quando o assunto é saúde pública. Nesta segunda-feira, 21, o Conselho Federal de Medicina divulgou o ranking dos municípios em relação a investimentos por habitante no ano de 2017, e a cidade é novamente campeã.
12/01/2019
PROGRAMA MAIS MÉDICOS - Mais de 1,4 mil vagas ainda não foram preenchidas no Mais Médico, confirma ministério
Do G1
O Ministério da Saúde informou, nesta sexta-feira (11), que 1.462 vagas do programa Mais Médicos ainda não foram preenchidas. O número representa 17,2% dos 8.517 postos de trabalho que foram abertos para substituir médicos cubanos, que encerraram o contrato com o governo brasileiro em 14 de novembro.
Na quinta (10), terminou o prazo para que médicos brasileiros com registro profissional no país se apresentassem nos locais onde escolheram atuar. Dos 1.707 que se inscreveram nesta etapa de seleção, 1.087 compareceram aos municípios escolhidos.
As 620 vagas que não foram ocupadas foram somadas a outras 842 que também não tinham sido preenchidas após o fim da primeira etapa, encerrada em 18 de dezembro.
O edital de seleção para o Mais Médicos, lançado no dia 20 de novembro, buscou selecionar profissionais brasileiros, com registro no país, para ocupar 8.517 vagas do programa. Dessas, 5.968 foram preenchidas na primeira etapa de inscrição. As 2.549 vagas restantes foram, então, oferecidas novamente a médicos com diploma brasileiro, na segunda etapa de seleção, que terminou nesta quinta (10).
Veja como está o preenchimento das vagas do programa:
Total de vagas oferecidas na primeira etapa de seleção: 8.517
Quantos médicos se apresentaram na primeira etapa: 5.968
Quantas vagas ficaram disponíveis para a segunda etapa: 2.549
Quantos médicos se apresentaram até sexta (11): 1.087, dos 1.707 que estavam inscritos.
Quantas vagas serão disponibilizadas nas próximas etapas: 1.462
Próximas etapas
Nas próximas fases, as mais de 1,4 mil vagas serão oferecidas a médicos que têm diploma estrangeiro — mesmo sem a revalidação do documento.
Os brasileiros formados no exterior escolhem os locais de atuação nos dias 23 e 24 de janeiro. Em seguida, se sobrarem vagas, estrangeiros formados fora do país podem escolher municípios onde trabalhar, nos dias 30 e 31 de janeiro.
Segundo o Ministério da Saúde, 10.205 médicos brasileiros ou estrangeiros formados no exterior completaram a inscrição de participação no Mais Médicos.
Confira, abaixo, o cronograma com as próximas etapas de seleção para o Mais Médicos:
23 e 24 de janeiro: médicos brasileiros formados no exterior escolhem os locais de atuação entre as 1.462 vagas disponíveis.
30 e 31 de janeiro: médicos estrangeiros formados no exterior escolhem locais de atuação entre as vagas remanescentes.
4 e 5 de fevereiro: brasileiros com diploma estrangeiro começam as atividades (se já tiverem participado das atividades preparatórias).
6 e 7 de fevereiro: estrangeiros sem registro no país começam as atividades (se já tiverem participado das atividades preparatórias).
De 25 a 27 de março: profissionais — brasileiros ou não — com diploma de fora do país começam a trabalhar (depois das atividades preparatórias).
23/04/2018
VACINAÇÃO CONTRA GRIPE COMEÇA HOJE EM TODO PAÍS
FONTE: AGÊNCIA BRASIL
Começa hoje (23) a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Até o dia 1º de junho, devem ser imunizados idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem receber a dose. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
Dia D
O chamado Dia D de mobilização nacional deve ocorrer em 12 de maio. A previsão é de que nessa data estejam abertos 65 mil postos de vacinação, sendo 37 mil de rotina e 28 mil volantes, com o envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis, para a mobilização, 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
De acordo com o Ministério da Saúde, a dose protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo o H1N1 e o H3N2.
Começa hoje (23) a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Até o dia 1º de junho, devem ser imunizados idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem receber a dose. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
Dia D
O chamado Dia D de mobilização nacional deve ocorrer em 12 de maio. A previsão é de que nessa data estejam abertos 65 mil postos de vacinação, sendo 37 mil de rotina e 28 mil volantes, com o envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis, para a mobilização, 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
De acordo com o Ministério da Saúde, a dose protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo o H1N1 e o H3N2.
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